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Portal Amazonas Virtual > Blog > Amazonas > Em Apuí, governador Wilson Lima assina decreto que amplia regularização ambiental de produtores rurais no sul do Amazonas
Amazonas

Em Apuí, governador Wilson Lima assina decreto que amplia regularização ambiental de produtores rurais no sul do Amazonas

7 de agosto de 2025
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6 Min Lidos
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Há 31 segundos

Medida histórica atende pleito do setor produtivo, garante segurança jurídica e viabiliza recomposição florestal em áreas com passivo ambiental

FOTO: Diego Peres/SECOM

O governador Wilson Lima assinou, na quarta-feira (06/08), em Apuí, decreto estadual que estabelece regras para a regularização ambiental de produtores rurais em municípios do sul do Amazonas. A medida cria as condições legais para que agricultores da região possam se adequar ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), promovendo o ordenamento ambiental das propriedades e fortalecendo práticas produtivas sustentáveis.

“Hoje temos um instrumento legal muito importante. O decreto amplia a possibilidade de recomposição florestal em áreas com passivo ambiental; e dá condições reais de legalização para produtores que estavam embargados. Não fizemos isso de forma isolada. Construímos esse texto junto com nossa Secretaria de Meio Ambiente, com a Procuradoria Geral, ouvindo as lideranças do sul do Amazonas. E agora vamos dar sequência com o Zoneamento Econômico Ecológico, começando por Apuí”, afirmou o governador Wilson Lima.

FOTOS: Diego Peres/SecomCom a assinatura do decreto, o governador cumpre o compromisso firmado em julho, durante reunião com representantes do setor produtivo, realizada em Manaus. Na ocasião, produtores rurais de oito municípios apresentaram pessoalmente a demanda ao chefe do Executivo estadual, que determinou a construção conjunta do texto com apoio técnico e jurídico.

Durante a cerimônia de assinatura, estiveram presentes os deputados estaduais Cabo Maciel, Rozenha, Dr. Gomes e Débora Menezes; além dos prefeitos Dedéi Lobo (Humaitá), Macelly Veras (Maués) e Raiz (NOVO Aripuanã), bem como o ex-prefeito de NOVO Airão e presidente do Instituto de Desenvolvimento Ambiental, Social e Econômico dos Municípios do Amazonas (Idasemam), Frederico Júnior, e lideranças produtivas dos oito municípios do sul do Amazonas.

Produtora rural do município de Apuí, Rosa Valentim participou ativamente da mobilização que resultou na construção do decreto. Ela celebrou a conquista como um marco para os trabalhadores da terra no sul do estado.

“Essa conquista marca, hoje, uma nova era na vida dos produtores do sul do Amazonas. A partir desse decreto, o produtor vai poder procurar os órgãos competentes e seus engenheiros para ampliar sua regularização. O governador Wilson Lima teve a coragem de assinar esse decreto, com base técnica e jurídica. Ele realizou o sonho de muitos amazonenses”, afirmou a produtora rural.

Pleito histórico

FOTO: Diego Peres/SECOM

A medida atende a um pleito histórico do setor produtivo e representa um avanço para garantir segurança jurídica, restaurar áreas degradadas e integrar esses produtores às políticas públicas ambientais do estado. A proposta é transformar passivos ambientais em áreas regularizadas, por meio de critérios técnicos e legais que respeitam os compromissos do Amazonas com a conservação da floresta.

A medida não autoriza novos desmatamentos e não altera as regras para quem mantém a vegetação nativa intacta. O foco é exclusivamente voltado para produtores que desejam se regularizar e acessar programas de recuperação ambiental com base em critérios claros e viáveis, reduzindo custos e acelerando o processo de adequação à legislação.

A partir da regulamentação, será possível apresentar planos técnicos de recomposição florestal, com base em até 50% de reserva legal obrigatória, em áreas onde hoje a exigência é de 80%. A medida se aplica exclusivamente a propriedades com passivo ambiental e está alinhada ao Código Florestal brasileiro.

Para acessar o benefício, o produtor precisa estar com o cadastro ambiental rural (CAR) ativo e validado e a propriedade não PODE apresentar novos desmatamentos após a publicação do decreto. Além disso, o município precisa ter mais de 50% do território ocupado por Unidades de Conservação ou Terras Indígenas homologadas, como é o caso de Apuí.

A regulamentação permite a redução da reserva legal em dois casos: para recomposição florestal (quando há passivo ambiental) ou com base no Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE), desde que a área seja considerada apta e que haja aprovação do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Cemaam). A medida não se aplica a áreas prioritárias para conservação, corredores ecológicos ou territórios indígenas, salvo exceções tecnicamente justificadas.

decreto

FOTO: Diego Peres/SECOM

O decreto é resultado direto do diálogo entre o Governo do Amazonas e o setor produtivo. A minuta foi construída em parceria com técnicos, juristas, a Casa Civil e órgãos ambientais estaduais. A iniciativa também se insere em um esforço mais amplo do Governo do Estado para promover a regularização fundiária e ambiental na região.

Em julho, o governador Wilson Lima reuniu-se em Brasília com o presidente do INCRA, César Aldrighi, e com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, para discutir um Acordo de Cooperação Técnica entre Estado e UNIÃO. A proposta visa alinhar a regularização ambiental e fundiária, oferecendo mais segurança jurídica para quem vive da produção rural.

Como parte desse processo, uma comitiva formada por cerca de 20 técnicos e gestores estaduais esteve em Apuí, entre os dias 4 e 7 de julho, para ouvir diretamente os produtores, identificar gargalos e traçar estratégias de atuação. O município foi escolhido como projeto-piloto para a implantação do ZEE no Amazonas, ferramenta que dará ainda mais precisão ao ordenamento territorial no futuro.

Tags:manchete
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