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Portal Amazonas Virtual > Blog > Amazonas > Resgate cultural e fortalecimento comunitário marcam terceira edição do Arraial do Museu do Seringal
Amazonas

Resgate cultural e fortalecimento comunitário marcam terceira edição do Arraial do Museu do Seringal

3 de agosto de 2025
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7 Min Lidos
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Há 34 minutos

A programação de sábado (02/08) contou com quadrilha, country, carimbó, cangaço e celebrações da cultura dos povos indígenas

FOTOS: Aguilar Abecassis/Secretaria de Estado de Cultura e economia CriativaO museu do Seringal Vila Paraíso entrou no clima de festa, no sábado (02/08), durante a terceira edição do Arraial do museu. A programação, ao longo de todo o dia, contou com quadrilha, country, carimbó, dança nordestina e apresentações que celebraram a cultura dos povos indígenas, em uma festa que uniu tradição, diversidade e alegria para turistas e comunidades ribeirinhas da região.

O museu do Seringal é um dos espaços culturais mantidos pelo Governo do Amazonas, sob a administração da Secretaria de Estado de Cultura e economia criativa.

Realizado pela terceira vez, o evento tem como principal objetivo aproximar as comunidades ribeirinhas do museu do Seringal, além de valorizar os costumes e tradições das festas juninas, conforme explica o gerente do museu, Emilson Araújo.

“O Arraial do Seringal foi criado com um objetivo principal: aproximar as comunidades vizinhas do museu, trazendo os moradores para dentro desse espaço, para que se sintam parte dele. Além disso, buscamos oferecer oportunidades para que esses comunitários possam vender seus produtos regionais — como alimentos, artesanatos e outras criações locais — movimentando a economia das famílias que vivem nos arredores”, destacou.

O gerente também ressaltou que o evento proporciona contato direto com a natureza, além de permitir ao público uma imersão na realidade dos séculos 19 e 20, compreendendo como funcionavam os antigos seringais da Amazônia.

“A cada edição conseguimos alcançar um público maior, especialmente das próprias comunidades, que são o nosso foco principal. Aos poucos, estamos fortalecendo esse sentimento de pertencimento ao museu do Seringal, que é um espaço que também é deles”, afirmou.

Morador da Comunidade Nossa Senhora do Livramento, o cacique Edson Baré destacou a importância da realização do evento: “Temos a oportunidade de mostrar a nossa cultura, apresentar nossas tradições e também conhecer a cultura dos outros. E tem a parte das vendas — a gente vive disso, de vender nossos artesanatos. Outras pessoas da comunidade vendem comidas, outras variedades. Então, é um momento muito rico pra todo mundo”, pontuou.

Oportunidades

A programação do Arraial do museu do Seringal se consolidou como palco de oportunidades culturais. Em 2025, o evento contou com apresentações das danças Kaxiri na Cuia, Maracanandé, Divas do Country, Carimbó da Alegria, dança Nordestina Guerreiros do Sertão e Quadrilha Amigos na Roça.

Abrindo o espetáculo, indígenas das etnias Baré, Mura, Sateré-Mawé, Kokama, Karapano e Tikuna apresentaram as danças Kaxiri na Cuia e Maracanandé. À frente do grupo, a professora Cláudia Baré destacou a importância de valorizar a tradição indígena por meio da dança como forma de resistência e continuidade cultural.

FOTO: Aguilar Abecassis/Secretaria de Estado de Cultura e economia criativa

“É uma forma de levantar a autoestima e fortalecer a cultura indígena, de mostrar que a gente não tem vergonha de quem é. A gente sabe que muitas das nossas histórias viram músicas, toadas… Tudo isso pertence à cultura amazônica. Ensinar isso às crianças, por meio da dança, é uma forma de preservar e fortalecer essa identidade”, afirmou.

Participando pelo terceiro ano consecutivo, o grupo da oficina de Geronturismo, vinculado à Fundação Universidade Aberta da terceira idade (Funati), levou ao público uma apresentação no estilo country. A coordenadora, Socorro Gomes, ressaltou a importância de envolver os idosos em ações de lazer e cultura.

“Além de proporcionar entretenimento aos idosos e à comunidade, a atividade combate a ociosidade, estimula a mente, movimenta o corpo e cuida do lazer. Isso é essencial para o bem-estar do idoso. Esse tipo de encontro também fortalece os laços entre colegas, amplia o convívio social e, claro, permite essa vivência em um espaço maravilhoso junto à natureza”, destacou.

FOTO: Aguilar Abecassis/Secretaria de Estado de Cultura e economia criativa

Pelo segundo ano consecutivo no Arraial do museu, o Grupo Alegria, de Manaus, levou à arena uma apresentação de carimbó. Para Zenilde Gomes, auxiliar de coordenação, o convite para retornar ao evento representa mais que uma performance: é uma celebração.

“O nosso movimento de dança tem o objetivo de reacender o gosto pela vida, pela dança, pela convivência. Viemos para o museu com muito entusiasmo, para se divertir e também para divertir o público. Dançamos com amor, com alegria, e esperamos continuar contribuindo com essa energia por onde passarmos”, disse.

FOTO: Aguilar Abecassis/Secretaria de Estado de Cultura e economia criativa

Responsável pela quadrilha Amigos na Roça — formada por moradores da comunidade ribeirinha —, o cacique Edson Baré contou que o grupo foi criado especialmente para se apresentar no Arraial do museu.

“A gente tem um espaço cultural onde trabalhamos com o resgate da nossa língua indígena e das nossas tradições. A partir disso, formamos um grupo específico só pra essa apresentação aqui no museu do Seringal”, explicou.

visitação

Inaugurado em 16 de agosto de 2002, o museu recria a estrutura de um seringal do final do século 19 e início do século 20, período marcado pelo ciclo da borracha e pela ascensão econômica da região.

A visitação ao museu do Seringal é gratuita, e o traslado é realizado pela Cooperativa dos Profissionais de Transporte Fluvial da Marina do Davi (Acamdaf).

O museu funciona de segunda-feira a sábado, das 9h às 15h. Aos domingos, o horário de funcionamento é das 9h às 13h. Às quartas-feiras, o museu permanece fechado para manutenção.

Tags:manchete
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