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Portal Amazonas Virtual > Blog > Amazonas > Amazonas implanta descentralização de soroterapia para acidentes com animais peçonhentos
Amazonas

Amazonas implanta descentralização de soroterapia para acidentes com animais peçonhentos

28 de março de 2025
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5 Min Lidos
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Há 32 minutos

Estratégia visa reduzir o tempo de atendimento e ampliar a cobertura para pacientes em locais mais afastados

Foto: Letícia Araújo/FVS-RCP.

O Amazonas deu um passo significativo para fortalecer o atendimento de saúde da população com a implantação do sistema de descentralização de soros antiveneno, para o tratamento de acidentes envolvendo animais peçonhentos, como serpentes e escorpiões. A estratégia visa o atendimento ágil e de qualidade, reduzindo os impactos de acidentes ofídicos e escorpiônicos em áreas distantes.

“Descentralizar a soroterapia é importante levando em conta a logística da nossa região. Estamos lançando um sistema que sem dúvidas vai salvar muitas vidas e, por isso, é um avanço muito significativo”, afirmou o governador Wilson Lima.

A Secretaria de Estado de saúde (SES-AM) integra a iniciativa, por meio da Fundação de Vigilância em saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) e da Fundação de Medicina Tropical – Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), em parceria com o Ministério da saúde, via Secretaria de Vigilância em saúde e Ambiente (SVSA) e a Secretaria Especial de saúde Indígena (Sesai).

Foto: Letícia Araújo/FVS-RCP.

A secretária Estado de saúde, Nayara Maksoud, destaca que a descentralização na distribuição do soro antiveneno e a capacitação dos profissionais de saúde dos sete Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) e de mais 14 polos-base foram as principais estratégias, iniciada através de um projeto piloto, agora consolidada como política.

“Agora, temos uma política de saúde pública, através de um trabalho integrado entre a secretaria com suas fundações e o Ministério da saúde para atender áreas remotas e a população indígena”, afirma a secretária.

De acordo com a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, a descentralização proporciona o atendimento de saúde mais rápido para as comunidades do interior do Amazonas. “A estratégia facilita o acesso em tempo oportuno às comunidades distantes, impactando diretamente na redução de complicações relacionadas aos acidentes com animais peçonhentos”, destaca.

O projeto, iniciado em 2019, foi realizado em fases, com capacitações para médicos e enfermeiros sobre o diagnóstico e tratamento de acidentes causados por animais peçonhentos. A iniciativa envolveu sete DSEIs e 14 polos-base estratégicos, que funcionam como pontos de descentralização de soros antivenenos.

Foto: Letícia Araújo/FVS-RCP.

O pesquisador da FMT-HVD, Wuelton Marcelo Monteiro, destacou que os treinamentos foram estratégicos para o projeto e que, pela FMT-HVD, a participação na iniciativa ocorre por meio do Centro de Pesquisa Clínica em Envenenamento por Animais (Cepclam), do Instituto de Pesquisa Clínica Carlos Borborema (IPPCB/FMT-HVD). “Todos os treinamentos vêm surtindo efeito na atenção aos pacientes indígenas que foram envenenados por picadas de serpentes”, afirmou o pesquisador.

A FVS-RCP, por meio do Programa Acidentes por Animais Peçonhentos, distribui os soros antivenenos, enviados pelo Governo Federal, que são armazenados nas localidades. “A descentralização do soro antiveneno é uma necessidade e se deu, principalmente, porque, agora, há uma REDE de frio instalada nesses locais e pela disponibilidade de soro”, disse o responsável do Departamento de Vigilância Ambiental da FVS-RCP, Elder Figueira.

O presidente do Conselho Distrital de saúde Indígena (Condisi), Eudes Batista, que também integra o DSEI Parintins, destacou que o modelo representa um avanço importante para a saúde nas áreas mais distantes. “Esse clamor vem das bases dos conselheiros locais, das lideranças. Para nós, foi uma benção e chegou como se fosse uma luva”, concluiu.

Foto: Letícia Araújo/FVS-RCP.

Fase piloto

Durante a fase piloto do projeto, realizada de 2019 a 2024, foram distribuídas unidades de soros antivenenos para os polos-base participantes. “Atualmente, 84% dos casos atendidos e notificados têm o atendimento oportuno com a aplicação de soro antiveneno nas comunidades indígenas”, afirmou a assessora técnica da Sesai, do Ministério da saúde, Luana Habibe.

A consultora técnica da SVSA, do Ministério da saúde, Lúcia Montebello, também destacou a importância do sistema. “Esse processo pioneiro da descentralização dos soros para a região da Amazônia Legal é uma prioridade para o Governo Federal que vai beneficiar populações residentes em áreas mais remotas”, acrescentou.

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