Administradas pela SEAS, as sete unidades sociais mantidas pelo Governo do Amazonas preparam uma gama de atividades para atender aos mais de 8.500 inscritos

Foto: Jimmy Christian/SEAS
As atividades dos Centros Estaduais de Convivência da Família (CECFs) e do Idoso (Ceci), abertas ao público, iniciam na segunda-feira (02/02), com a abertura da Campanha “Fevereiro Roxo”. As unidades sociais vão tratar o tema conscientizando à população sobre o combate ao Alzheimer, Lúpus e Fibromialgia, doenças crônicas que não têm cura, mas têm tratamentos para melhorar a qualidade de vida.
No mês de fevereiro, os Centros de Convivência, mantidos pelo Governo do Amazonas, sob o comando da Secretaria de Estado da assistência social e Combate à fome (SEAS), vão realizar bailes de carnaval para os frequentadores, promovendo integração, lazer e fortalecimento de vínculos familiares. As atividades incluem, desfiles de fantasias, marchinhas, concursos de rei e rainha, focando na inclusão social de idosos e famílias.
Os centros também vão investir em campanhas de sensibilização sobre a prevenção ao uso de drogas, exploração sexual de crianças e adolescentes e formas de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (DSTs) e Aids. Também haverá oficinas para confecção de enfeites carnavalescos.
Serviços gratuitos

Foto: Jimmy Christian/SEAS
Inicialmente, mais de 8.500 pessoas (entre antigos e novatos) estão inscritas para fazer atividades nos sete Centros de Convivência, situados em várias zonas da capital amazonense. Os frequentadores vão ter acesso aos serviços gratuitos oferecidos pelo Governo do Estado, destinados a pessoas de todas as idades que se encontram em situação de vulnerabilidade, beneficiando as famílias de forma integral.
Os centros oferecem grupos de convivência, atendimento psicossocial, fisioterapia, ações socioassistenciais e escuta psicológica. Dentre as ações desenvolvidas estão oficinas, rodas de conversa com temas variados, atividades de Qualificação Profissional, bazares e passeios. Além disso, são oferecidas sessões de fisioterapia, hidroginástica, caminhadas orientadas, vôlei e balé, musculação, palestras informativas, cafés compartilhados, gincanas, aulões temáticos e atividades livres.
inclusão social
Os Centros de Convivência realizam ações voltadas à promoção da convivência, inclusão social e fortalecimento de vínculos, propiciando aos comunitários o acesso a serviços essenciais básicos oferecendo acolhimento e acesso a serviços essenciais para pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, com o foco nas crianças, adolescentes, mulheres e idosos.
A secretária da SEAS, Kely Patrícia, destaca que esses espaços têm um papel fundamental na promoção do bem-estar, na inclusão social e no fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.

Foto: Jimmy Christian/SEAS
Segundo a dirigente, a retomada das atividades permite que crianças, adolescentes, adultos e, principalmente, os idosos, voltem a ter acesso a ações que estimulam a convivência, a socialização, o cuidado e a qualidade de vida.
“Nosso compromisso é garantir que esses centros sejam cada vez mais ativos, humanizados e acessíveis, oferecendo uma programação diversificada que contribua para a autonomia, o protagonismo e a dignidade das pessoas atendidas”, disse Kely Patrícia, ressaltando que o Governo do Amazonas segue trabalhando para fortalecer a REDE de assistência social e assegurar que esses serviços cheguem a quem mais precisa.
De acordo com a coordenadora dos sete Centros Estaduais de Convivência, Rita Abecassis, todas as unidades sociais trabalham para oferecer às famílias uma política de proteção social básica, visando a convivência e o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, com o propósito de gerar bem-estar entres os participantes.
“Gradativamente, os centros montam suas programações mensais, de conformidade com as datas comemorativas; campanhas educativas e de saúde, oferecendo serviços e atividades voltadas ao esporte, lazer, saúde, cultura, educação e geração de renda, promovendo a inclusão social e a qualidade de vida para todas as faixas etária”, enfatiza a coordenadora.

