O órgão recebeu demonstração de peixe, carne e de polpas de frutas e de açaí, que serão analisadas por comissão instituída pela Secretaria de educação

FOTO: Jhonny Marques/ADS
A Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS) encerrou, nesta sexta-feira (06/02), o recebimento de amostras para análise de produtos que irão integrar o cardápio dos alunos das escolas estaduais em 2026. Esta etapa, prevista no cronograma do edital do Programa de Regionalização da merenda escolar (Preme), tem como objetivo garantir a qualidade e a segurança alimentar dos alunos das escolas coordenadas pelo Governo do Amazonas.
O programa é executado pela ADS em parceria com a Secretaria de Estado de educação e Desporto Escolar. A coordenadora do Preme na ADS, Jacqueline Azevedo, explica que, nesta etapa, o órgão recebeu amostras de peixe e carne, e de polpas de frutas e de açaí. Esse processo teve início na segunda-feira (02/02).

FOTO: Jhonny Marques/ADS
A coordenadora do Preme na ADS destaca que todos os processos previstos em edital são seguidos rigorosamente pela ADS, tudo em prol da segurança alimentar dos alunos da REDE estadual de ensino.
“Com base no Termo de Referência previsto no edital, nossa equipe recebe as amostras, analisa requisitos como embalagem, teor, porcentagem, tipo de carne, os sabores das polpas de fruta, análise das fichas técnicas dos produtos, bem como o lote, período de safra, entre outros”, informa a coordenadora.


Após o recebimento das amostras, explica a coordenadora do Preme, a ADS encaminha para Gerência de alimentação escolar (GAE) da Secretaria de educação que, por meio da Comissão Especial de Desenvolvimento e Organização (Cedo), é responsável em fazer a análise e divulgar o relatório final dos aptos. “De acordo com edital, a Secretaria de educação fará a análise dos produtos do dia 9 ao dia 12 de fevereiro. O resultado será divulgado no dia 13 de fevereiro”, declara.
Integrante da equipe técnica do Preme, a médica veterinária Clarice Maciel, da ADS, explica que todos os produtos de origem animal e vegetal passam por uma rigorosa análise da Cedo para garantir a qualidade e a segurança alimentar. “Os critérios avaliados incluem aspectos organolépticos, como sabor, odor e textura, para atender às necessidades da merenda escolar, promovendo a valorização dos produtos e fortalecendo a economia regional”, afirma a profissional.

